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Divulgação |
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| Cena do filme |
Inspirado em um desenho animado da televisão norte-americana dos anos
1960, Vira-lata é uma nova aventura dos estúdios Disney, desta
vez usando atores, que procura claramente ser um produto leve e
divertido para toda a família.
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Para isso, conta com o charme natural de um cãozinho falante e
super-herói. O título brasileiro cria uma certa confusão, porque o
protagonista, na verdade, é um beagle, não um cão de raça indefinida.
A intenção, porém, foi traduzir o título original Underdog,
que quer dizer azarão, aquele que não se espera que vença.
No começo da história, o cãozinho está empregado como farejador de
bombas da polícia. Sua sorte muda quando ele dá um alarme falso numa
cerimônia pública envolvendo o prefeito da cidade. A sala é esvaziada,
mas quando o esquadrão antibombas abre a caixa onde o cão identificou um
problema, trata-se apenas de um presunto.
Desmoralizado, ele abandona o trabalho e vai para a rua. Pouco
depois, é recolhido pela equipe de um cientista maluco, Simon
Barsinistro (Simon Dinklage), que pretende fazer experiências com
engenharia genética. Morrendo de medo da injeção que o cientista tenta
aplicar-lhe, o cãozinho acaba derrubando em si mesmo líquidos que
modificam seu DNA. Logo depois, escapa.
Ainda sem saber a força que tem, o cachorro é adotado por um
ex-policial, agora vigia de prédio, Dan Unger (James Belushi), que lhe
dá finalmente um nome - Engraxate, por causa do costume de ele lamber os
sapatos de todo mundo. Seu filho adolescente, Jack (Alex Neuberger), a
princípio não dá a menor bola ao recém-chegado. Muda de idéia quando
descobre que o novo cão fala como gente, tem uma força gigantesca e é
capaz de voar.
Estimulado por Jack, Engraxate vai virar o novo super-herói contra o
crime na cidade, assumindo a identidade secreta de Vira-Lata,
sempre vestindo uma blusinha vermelha e uma capa azul. Qualquer
semelhança com o Super-Homem não é coincidência, é gozação mesmo.
Graças aos efeitos especiais modernos, o cão-herói realiza proezas
incríveis. Mas a idéia é que não se afaste da simplicidade original do
seriado dos anos 1960.
O diretor Frederik du Chau, aliás, está se especializando em
histórias com animais falantes. Seu trabalho anterior é Deu Zebra!
(2005), em que gansos, cavalos e até uma zebra conversavam.
Redação Terra