| Sinhá Moça | |
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Lucélia Santos é Sinhá Moça |
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| Informação geral | |
| Formato | Telenovela |
| Duração | 45 minutos |
| Criador | Benedito Ruy Barbosa |
| País de origem |
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| Idioma original | Português |
| Produção | |
| Diretor(es) |
Reynaldo Boury Jayme Monjardim |
| Elenco original |
Lucélia Santos Marcos Paulo Rubens de Falco Elaine Cristina Luciana Braga Daniel Dantas Patrícia Pillar ver mais |
| Tema de abertura | Pra Não Mais Voltar (Fafá de Belém) |
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Emissora(s) de televisão lusófona(s) |
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| Transmissão original | 28 de abril de 1986- 14 de novembro de 1986 |
| N. de episódios | 173 |
| Portal Televisão · Projeto Televisão | |
Sinhá Moça foi uma telenovela brasileira produzida pela Rede Globo e que foi exibida às 18 horas, de 28 de abril a 14 de novembro de 1986, contou com 173 capítulos. Escrita por Benedito Ruy Barbosa, inspirada no romance de Maria Dezonne Pacheco Fernandes, contava com a colaboração de Edmara Barbosa e direção de Reynaldo Boury e Jayme Monjardim.
Monarquistas e republicanos se defrontam em Araruna, pequena cidade do interior paulista, em 1886, dois anos antes da promulgação da Lei Áurea. A história de amor de Sinhá Moça, filha do Coronel Ferreira, o Barão de Araruna, ferrenho escravocrata e da submissa Cândida, com o jovem Dr. Rodolfo Fontes, um ativo abolicionista republicano, ante as dificuldades da campanha para a abolição dos escravos.
Os dois se conhecem no trem, quando Sinhá Moça, depois de terminar seus estudos na capital da província, retorna a Araruna. Assim como Rodolfo, ela tem idéias abolicionistas e critica as atitudes do pai, lutando em defesa dos negros. Sinhá Moça, junto com Rodolfo e outros abolicionistas, invadem senzalas a noite e libertam os negros, entregando-os as associações abolicionistas, que os orientam rumo a liberdade.
Do outro lado da história está Dimas (que na verdade é o menino Rafael, ex-escravo alforriado) e sua obstinada luta para destruir o Barão, seu verdadeiro pai com a escrava da fazenda Maria Dolores. Antes de ser vendido pelo Barão, Rafael foi grande amigo de Sinhá Moça, com quem passou a infância. Depois de alforriado, adota o nome de Dimas e se torna o braço direito do tipógrafo Augusto, um abolicionista convicto, despertando o amor em Juliana, neta deste.