| Esplendor | |
|---|---|
| Informação geral | |
| Formato | Telenovela |
| Classificação etária |
|
| Duração | 45 min. (aproximadamente) |
| Criador | Ana Maria Moretzsohn |
| País de origem |
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| Idioma original | Português |
| Produção | |
| Elenco original |
Letícia Spiller Floriano Peixoto Murilo Benício Christine Fernandes Caio Blat Cássia Kiss Osmar Prado Max Fercondini Ver Mais |
| Tema de abertura | "Que Não Se Vê", Caetano Veloso |
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Emissora(s) de televisão lusófona(s) |
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| Transmissão original | 30 de janeiro de 2000- 24 de junho de 2000 |
| N.º de episódios | 125 capítulos |
| Portal Televisão · Projeto Televisão | |
Esplendor foi uma telenovela brasileira produzida e exibida pela Rede Globo entre 30 de janeiro e 24 de junho de 2000, no horário das 18 horas. Foi escrita por Ana Maria Moretzsohn com a colaboração de Glória Barreto e de Daisy Chaves e dirigida por Luciano Sabino, Ary Coslov e Maurício Farias com direção geral e de núcleo de Wolf Maya. Teve 125 capítulos.
A trama trazia Letícia Spiller, Floriano Peixoto, Cássia Kiss, Christine Fernandes, Murilo Benício, Joana Fomm e Caio Blat nos papeis principais.
Rio de Janeiro, 1958. Flávia Cristina é uma moça determinada que sustenta o irmão mais novo Bruno, mas não percebe que ele é um mau-caráter, um marginal que a explora. Ao tentar defendê-lo de um agiota, Flávia pensa ter matado o homem, e, receosa de ser descoberta pela polícia, foge para o Sul do País, sem perceber que sua mala carrega dólares roubados pelo irmão.
Na viagem, Flávia Cristina conhece Flávia Regina, uma moça fisicamente parecida com ela que está indo trabalhar como governanta na Vivenda do Sombrio, numa cidadezinha chamada Esplendor. Flávia resolve acompanhá-la, mas um acidente com o ônibus, põe Regina em coma no hospital, enquanto Flávia é confundida com a amiga e levada para casa de seus patrões.
Na Vivenda do Sombrio, o pequeno Gui, vê o espírito de sua mãe. Gui é um menino arredio e triste que não fala desde a morte dela em um acidente aéreo. Seu autoritário pai, Frederico Berger, é um rico industrial que nunca se recuperou da perda da mulher Elisa e tornou-se um homem taciturno que contagia com sua tristeza todos na família.
Ao chegar na mansão dos Berger, Flávia assume a identidade da amiga para fugir de um crime que pensa ter cometido, e espera resolver toda a situação quando Regina sair do coma. Mas, ela não esperava que seu irmão Bruno fosse procurá-la, em busca dos dólares, ameaçando-a levar a polícia por falsa identidade. Flávia também sofre com a perseguição de Cristovão, um mau caráter, protegido da família Berger que pretende conquistá-la.
A amarga e agressiva Olga, que vive presa numa cadeira de rodas desde o nascimento da filha Marisa. Casada com o médico Hugo Norman, ela sofre com ciúmes de Adelaide, irmã de Frederico Berger, que é uma mulher sofrida, mas o oposto da personalidade de Olga, e cuida com carinho de todos na Vivenda do Sombrio, apesar de sua doença crônica.
Olga, com ódio da família Berger, se une a Cristovão, namorado de Marisa para punir Frederico. No passado, seu filho Pedro morrera num acidente e ela acredita ser Frederico o responsável. Cristovão também guarda um desejo de vingança, uma vez que sua família morrera na fábrica de propriedade da família Berger.
Enquanto Flávia Cristina conquista todos na Vivenda do Sombrio (incluindo o coração do amargo Frederico Berger), Flávia Regina acorda do coma e descobre que sua amiga se apossara da sua identidade. Para desmascará-la, se une a Cristovão, cada vez mais apaixonado por ela.
Para compor visualmente seu primeiro papel como protagonista, Floriano Peixoto atuou com aplique nos cabelos e uma prótese de cicatriz no rosto, e trabalhou postura, projeção vocal e interiorização. Thaís Fersoza e Zezé Motta usaram mega-hair e Cássia Kiss, um aplique de 60 cm no cabelo. Alguns atores, como Max Fercondini, Juliana Knust, Letícia Spiller e Thaís Fersoza tiveram aulas de equitação e piano.
A Vivenda do Sombrio é na verdade a mansão em estilo vitoriano onde funciona o Centro Cultural Petrópolis, administrado pelo artista plástico Luiz Áquila. A cenografia envelheceu as paredes da casa para enfatizar o aspecto de abandono. Um paisagista, contratado especialmente para a novela, cobriu as paredes da mansão com heras falsas e disfarçou as esculturas do local com plantas. As imagens do Canyon de Fortaleza foram inseridas por computadores na frente da casa. Para reforçar o aspecto fantasmagórico, a névoa característica da paisagem do Sul do país foi reproduzida artificialmente e objetos no interior da casa foram cobertos com lençóis brancos. Cadeiras de espaldar do século XIX e um piano de meia cauda dão o toque conservador dos Berger.[1]
A novela marcou a estréia de Juliana Knust, Max Fercondini e Thiago de Los Reyes na TV Globo.
em ordem da abertura da novela.
| Ator |
Personagem |
|---|---|
| Letícia Spiller | Flávia Cristina |
| Murilo Benício | Cristóvão |
| Floriano Peixoto | Frederico Berger |
| Cássia Kiss | Adelaide |
| Joana Fomm | Olga |
| Gracindo Júnior | Dr. Hugo Norman |
| Osmar Prado | Rodolfo |
| Caio Blat | Bruno |
| Cláudia Alencar | Laura |
| Caco Ciocler | Lázaro |
| Adriana Garambone | Marisa Norman |
| Thaís Fersoza | Érica |
| Christine Fernandes | Flávia Regina |
| Zezé Motta | Irene |
| Guga Coelho | Caçula |
| Anselmo Vasconcelos | Delegado Rajão |
| Marcelo Saback | Mariano |
| Ângela Figueiredo | Elisa |
| Henri Castelli | Dino |
| Juliana Knust | Helena |
| Karine Carvalho | Suzy |
| Edward Boggis | Otávio |
| Luiz Cláudio Júnior | Pablo |
| Elísio Lage | Cássio |
| Guilherme Piva | Neves |
| Chico Tenreiro | Ivo |
| Ângela Rebelo | Gertrude |
| Daniele Guerreiro | Nina |
| Ator |
Personagem |
|---|---|
| Thiago de Los Reyes | Gui |
| Max Fercondini | Freddy |
| Bijú Martins | Sandro |
| Ator |
Personagem |
|---|---|
| Ítalo Rossi | Vicente |
| Atriz |
Personagem |
|---|---|
| Tônia Carrero | Mimi Melody |
em ordem alfabética
| Ator |
Personagem |
|---|---|
| Carlos Gregório | Dr. Carlos |
| Flávio Galvão | Arnaldo |
| Henrique César | delegado |
| Lucinha Lins | Lígia Mallet |
| Luiz Guilherme | Augusto |
| Marcelo Serrado | piloto |
| Rosaly Papadopol | Mariota |
| Sérgio Loroza | Santos |
Capa: Letícia Spiller, Murilo Benício e Floriano Peixoto representados em desenhos como um cartaz de cinema