| Dinamarca é o lugar mais feliz do mundo, diz relatório britânico | |
| LONDRES (Reuters) - Se você procura a felicidade, vá viver
na Dinamarca. O país é o mais feliz do mundo, enquanto o Burundi, na África, é o mais triste, de acordo com um relatório feito por um cientista britânico e divulgado nesta sexta-feira. Adrian White, um psicólogo social da Universidade de Leicester, na região central da Inglaterra, baseou seu estudo em dados de 178 países e 100 estudos mundiais de órgãos como a Organização das Nações Unidas (ONU) e a Organização Mundial da Saúde (OMS). "Estamos analisando muito mais se você está satisfeito com a sua vida em geral", disse White à Reuters. "Se você está satisfeito com sua situação e ambiente". Os principais fatores que afetam a felicidade são o fornecimento de saúde, a riqueza e a educação, de acordo com White, que disse que sua pesquisa produziu o "primeiro mapa mundial da felicidade". Atrás da Dinamarca vinham a Suíça, a Áustria, a Islândia e as Bahamas. No fim da lista vinham a República Democrática do Congo, o Zimbábue e o Burundi. Os EUA apareceram na 23a. posição, a Grã-Bretanha na 41a., a Alemanha na 35a., a França na 62a. posição e o Brasil na 81a. Países envolvidos em conflitos, como o Iraque, não foram incluídos. "Países menores tendem a ser um pouco mais felizes porque há um senso de coletivismo mais forte e há ainda as qualidades estéticas de um país", declarou White. "Estamos surpresos por ver países da Ásia em posições tão inferiores, com a China em 82o., o Japão em 90o. e a Índia em 125o. Esses são países que, pensávamos, tinham um senso forte de identidade coletiva, que outros pesquisadores associaram ao bem-estar". Ele admitiu que coletar dados baseados em bem-estar não é exatamente científico, mas disse que as medidas usadas eram muito confiáveis na previsão de consequências da saúde e do bem-estar social. Estudos regulares de acadêmicos em todo o mundo, usando os mesmos testes, permitiriam aos pesquisadores entender melhor que fatores afetam a felicidade. White disse esperar que todos os países no futuro realizem comparações semestrais. |
|
|
|
|
| (c) Reuters 2006. All rights reserved. Republication or redistribution of Reuters content, including by caching, framing or similar means, is expressly prohibited without the prior written consent of Reuters. Reuters and the Reuters sphere logo are registered trademarks and trademarks of the Reuters group of companies around the world. |