| Da Cor do Pecado | |
|---|---|
| Informação geral | |
| Formato | Telenovela |
| Classificação etária |
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| Duração | 45 min. aproximadamente |
| Criador | João Emanuel Carneiro |
| País de origem | Brasil |
| Idioma original | Português |
| Produção | |
| Diretor(es) | Denise Saraceni |
| Elenco original |
Taís Araújo Reynaldo Gianecchini Giovanna Antonelli Lima Duarte Aracy Balabanian Rosi Campos Alinne Moraes Maitê Proença Ney Latorraca Graziela Moretto Matheus Nachtergaele Tuca Andrada Guilherme Weber Leonardo Brício Caio Blat Cauã Reymond Pedro Neschling Karina Bacchi Liliana Castro Rocco Pitanga Sidney Magal Vanessa Gerbelli Francisco Cuoco Thiago Martins e grande elenco |
| Tema de abertura | "Da Cor do Pecado", Luciana Mello |
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Emissora(s) de televisão lusófona(s) |
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| Transmissão original | 26 de janeiro de 2004- 28 de agosto de 2004 |
| N.º de episódios | 185 |
| Portal Televisão · Projeto Televisão | |
Da Cor do Pecado foi uma telenovela brasileira produzida e exibida no horário das 19 horas pela Rede Globo entre 26 de janeiro e 28 de agosto de 2004 com 185 capítulos. Foi escrita por João Emanuel Carneiro com a colaboração de Ângela Carneiro, Vincent Villari e Vinícius Vianna, e dirigida por Denise Saraceni.
Contou com Taís Araújo, Reynaldo Gianecchini, Giovanna Antonelli, Sérgio Malheiros, Aracy Balabanian, Lima Duarte, Rosi Campos e Guilherme Weber nos papeis principais.
Na década de 70, o empresário Afonso Lambertini tem um romance com uma copeira da sua mansão, Edilásia, que engravida de gêmeos. Afonso é marido de Sílvia, mulher de saúde frágil a quem ama, e abre o jogo para a esposa. Esta aceita criar os dois meninos, porém Edilásia não permite e insiste em criar os dois. Germana, a governanta da casa e grande amiga de Afonso e Sílvia, propõe então que Afonso e Sílvia criem um filho e Edilásia crie o outro. Assim nascem os gêmeos. Pouco tempo depois, Sílvia morre, mergulhando Afonso em depressão e o destinando a viver sua vida dentro de sua enorme mansão, saindo apenas para administrar suas enormes empresas do Grupo Lambertini.
Trinta anos depois, Paco, filho de Afonso, é um botânico bastante dedicado à sua profissão e que não concorda nem um pouco com os atos do pai, que desmata e queima para realizar seus empreendimentos. Paco nem suspeita que possui um irmão gêmeo e nem sabe que sua mãe biológica, Edilásia, existe, pois pensa ser filho de Sílvia. Numa viagem para o Maranhão, Paco conhece Preta, linda moça negra de São Luís do Maranhão que vende ervas na barraca junto com sua mãe, Lita. Paco a conhece numa roda de dança de Tambor de crioula, em que Preta dança provocantemente, olhando para ele, com seu vestido rodado e colorido, cheio de decotes e babados. É amor à primeira vista e eles trocam juras de paixão eterna, porém Preta está desconfiada de que um homem branco e rico a ame de verdade, pois ela é negra e pobre e sabe que um branco rico a usaria fácil. Porém Paco é noivo de Bárbara, mulher ardilosa de caráter completamente desviado e que fará de tudo para que o romance dos dois acabe e ela fique com a herança de Afonso, saindo assim da decadência financeira em que vive. Bárbara é falsa, manipuladora, cruel, desonesta e muito prconceituosa, odeia negros e chama Preta de neguinha, a acusando sempre de safada, vagabunda e interesseira, quando na verdade é ela que é isso tudo. Preta dará muitas surras em Bárbara.
Enquanto isso, Apolo vive com sua mãe Edilásia e seus quatro meio-irmãos: Ulisses, Thor, Abelardo e Dionísio na beira da praia, com uma vida simples, porém bastante afetuosa. Edilásia é uma mulher divertida, porém rígida e triste por ter deixado o outro filho, Paco, nas mãos de um homem poderoso como Afonso. Seu falecido marido, Napoleão Sardinha, fora um grande lutador de luta livre e é venerado por toda a família, que também pratica o esporte. Apolo não sabe a verdade e pensa ser filho de Napoleão, segundo marido de Edilásia que aceitou criar e registrar Apolo ainda recém-nascido.
A história também tem outros núcleos, como o de Pai Helinho, um falso pai-de-santo maranhense, amigo de Preta, que enrola as pessoas fingindo ter visões e incorporações, sempre com a ajuda de seu fiel parceiro, Cezinha. Tem as divertidas confusões de Edu e Verinha, os pais trambiqueiros de Bárbara, que são divorciados e que adoram fazer pose de bacana, mas que vivem na maior dureza, sendos sustentados por Bárbara. Os dois apoiam completamente o golpe da filha sobre Paco, só para poderem sair da decadência em que vivem. E ainda há a história de Kaíque, o amante de Bárbara cego de amor e que fará tudo o que a moça pedir, incluindo armadilhas para separar Paco e Preta.
É em uma dessas armadilhas em que Paco se desilude com Preta: Kaíque e Bárbara fazem parecer que Preta comprou quase cinquenta mil reais em eletrodomésticos e móveis para a sua casa, usando os cartões de crétido do namorado, e ainda o traiu com seu ex, o marginal Dodô, comparsa de Bárbara em algumas de suas armações. Ao mesmo tempo, Paco descobre que Bárbara está grávida dele - quando na verdade o filho é de Kaíque - e tem uma briga feia com seu pai. Logo, Paco descobre que Bárbara é amante de Kaíke, e fica uma fera com ela. A víbora convence Afonso á internar Paco numa clínica para loucos. Tudo isso rumina numa viagem de helicóptero de Paco com Bárbara. Ao mesmo tempo, Apolo e Ulisses estão viajando pelo Brasil com um veleiro. Numa noite, os irmãos hospedam alguns homens com aparência estranha. Ulisses descobre que eles estão transportando quase cem milhões de dólares em ouro, roubados do Grupo Lambertini. Ao saberem que Ulisses descobriu a mentira, os homens tentam matá-lo, porém Apolo impede e é "morto", caindo no mar juntamente com todo o ouro. Os homens então, fogem. Na manhã seguinte, Paco, louco de rancor da vida, joga o helicóptero onde estava com Bárbara ao mar. A safada escapa, porém ele fica preso após ela bater um ferro na sua cabeça. Quem o salva da morte é Ulisses, que coincidentemente estava no mesmo lugar. Ulisses, ainda louco de culpa pela morte do irmão, julga que Paco é Apolo, pois os dois são perfeitamente idênticos. Paco então prova a Ulisses que não é Apolo, e os dois ficam intrigados. Ulisses, porém, não tem coragem de contar à mãe que seu filho "favorito" morreu e sugere a Paco que fique no seu lugar. Vendo uma chance única de abandonar a vida cercada de falsidades e brutalidades de todos os que convivem à sua volta, podendo começar uma nova vida do zero, Paco aceita. Ao mesmo tempo, no Maranhão, Preta tem duas notícias: a primeira é que Paco, o amor da sua vida, morreu. A segunda é que ela está grávida de Paco.
Oito anos se passam. Paco ainda está no Maranhão com Ulisses, se preparando para a volta para casa. Preta é mãe de Raí, menino peralta porém de bom coração, e quer provar que o menino é filho de Paco. Para isso, vai a cidade do Rio de Janeiro, após a morte de Lita, sua mãe. Lá está Bárbara e seu filho problemático Otávio, maltratado pela mãe. Bárbara se casa com Tony, um empregado de Afonso inescrupuloso e calculista. Os dois armarão de tudo para que Preta não prove que Raí é filho de Paco. Agora, Paco - (fingindo ser Apolo) - e Ulisses estão de volta, e as vidas de todos - Paco, Preta, Bárbara, Tony, Raí, Otávio, Afonso, Germana, Edilásia e Kaíque - irão mudar com a volta e a descoberta para alguns deste irmão gêmeo:Apolo, que não estava morto, apenas desmemoriado!
| Ator |
Personagem |
|---|---|
| Taís Araújo | Preta de Souza Lambertini |
| Reynaldo Gianecchini | Paco Lambertini / Apolo Sardinha |
| Giovanna Antonelli | Bárbara Campos Sodré |
| Rosi Campos | Edilásia Sardinha (Mamuska) |
| Matheus Nachtergaele | Pai Helinho (Hélio Damasceno Eduardo Carlos Fonseca da Silva) |
| Leonardo Brício | Ulisses Sardinha |
| Tuca Andrada | Kaíke (Carlos Henrique Cabral) |
| Alinne Moraes | Moa Nascimento Mattar |
| Caio Blat | Abelardo Sardinha |
| Cauã Reymond | Thor Sardinha |
| Jonathan Haagensen | Dodô (Dorival) |
| Karina Bacchi | Albertina Fuchs Sardinha (Tina) |
| Pedro Neschling | Dionísio Sardinha (Dio) |
| Rocco Pitanga | Felipe Garcia Freitas |
| Solange Couto | Lita Nazaré de Souza |
| Arlindo Lopes | César Augusto Alves (Cesinha) |
| Guilherme Weber | Tony (Antônio Peixoto de Almeida) |
| Vanessa Gerbelli | Maria Constância (Tancinha) / Zuleide |
| Sidney Magal | Comandante Frazão |
| Jorge Coutinho | Ítalo Freitas |
| Maria Rosa | Laura Garcia Freitas |
| Marilu Bueno | Stela Soares Dutra |
| Mário Schoemberger | Borja |
| Lafayette Galvão | Pai Serafim |
| Thiago Martins | Gustavo Saldanha (Sal) |
| Mônica Torres | Nívea Nogueira do Amaral |
| Samara Felippo | Greta Bazarov |
| Ivone Hoffman | Marina Peixoto de Almeida |
| Fernanda Paes Leme | Nieta Bazarov |
| Liliana Castro | Olívia Garcia |
| Graziela Moretto | Valfreda (Beki) |
| Flávia Bonato | Dalva |
| Tarciana Saad | Natasha Bazarov |
| Giordanna Forte | Valquíria Nogueira do Amaral (Kika) |
| Daniel Erthal | Pedra |
| Rômulo Estrela | Minotauro |
| Victor Perales | Brasilino Nogueira do Amaral (Brad) |
| Maurício Ludewig | Silva |
| Ator |
Personagem |
|---|---|
| Sérgio Malheiros | Raí de Souza Lambertini |
| Felipe Latgé | Otávio Campos Sodré Lambertini Cabral |
|
Maitê Proença como Vera |
| Ney Latorraca como Edu |
| Francisco Cuoco como Pai Gaudêncio |
| Ator |
Personagem |
|---|---|
| Aracy Balabanian | Germana Cordiolli Lambertini |
| Ator |
Personagem |
|---|---|
| Lima Duarte | Afonso Lambertini |
Capa: Taís Araújo
Capa: Alinne Moraes
Teve média geral de 47 pontos e conseguiu o 1º lugar nas audiências das novelas das 19 horas da década de 2000.[2]
Sua reprise marcou uma média de 19 pontos.[3]
Para a realização de uma novela urbana, contemporânea e realista, a produção da novela optou por utilizar o mínimo possível os recursos de uma cidade cenográfica, dando preferência às cenas externas, segundo o que já constava no roteiro. Apenas uma minicidade cenográfica foi construída na restinga da Marambaia, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, onde ficavam o trailer de Edilásia (Rosi Campos), o galpão de pranchas de Ulisses (Leonardo Brício) e a casa de Moa (Alinne Moraes), onde também funcionava uma oficina de pranchas, entre outras locações. A novela teve apenas seus primeiros capítulos gravados no Maranhão, que continuou sendo cenário da trama, mas na segunda fase nenhuma cena externa foi mais realizada por lá. Para as cenas do retiro espiritual de Helinho (Matheus Nachtergaele) no deserto, foram construídas no Projac, dunas artificiais, onde a areia ficava em cima de um viaduto de concreto, assim como foi feito em Meu Bem Querer. Foi preciso reproduzir também no Projac a rua onde Helinho morava em São Luís(MA). A cabana de Paco (Reynaldo Gianecchini), também foi uma locação cenográfica construída no bairro do Jardim Botânico, Zona Sul do Rio.
É a novela brasileira mais vendida para o exterior até hoje, exibida em 100 países. Sendo que até então o recorde era de Terra Nostra, que passou em 95 países.
Ganho
Nomeado