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Ciranda de Pedra foi uma telenovela
brasileira
exibida às 18 horas pela
Rede
Globo, que teve sua estréia no dia
5 de maio
de 2008 com data
de término no dia
3 de
outubro de 2008.[2]
Substituiu
Desejo Proibido, de
Walter Negrão. Com autoria de
Alcides Nogueira, com colaboração de Rodrigo Amaral, Mário Teixeira, Lúcio
Manfredi
[3].
Baseada na
obra homônima de
Lygia Fagundes Telles; direção de núcleo de
Denise Saraceni; direção geral de Carlos Araújo e direção de
Maria de Médicis, Natalia Grimberg, André Luiz Câmara e Allan Fiterman.
Não se trata de um
remake da
versão exibida pela emissora em
1981, mas, sim,
de uma nova adaptação do livro homônimo. Teve um total de 131 capítulos.
A trama contou com
Ana Paula Arósio,
Marcello Antony,
Tammy di Calafiori,
Ariela Massotti,
Anna Sophia Folch,
Leandra Leal,
Osmar
Prado,
Mônica Torres,
Bruno Gagliasso,
Cléo
Pires,
Daniel Dantas,
Ana Beatriz Nogueira e
Caio Blat
nos papeis principais.
Sinopse
Em 1958, Laura e Natércio Silva Prado formam um dos mais bonitos e
invejados casais da sociedade de
São Paulo.
Ele é um advogado conceituado e ávido para seguir uma vitoriosa carreira
jurídica, e Laura é uma mulher elegante e culta.
O casal tem três filhas: a ardilosa Otávia, a religiosa Bruna, e a
romântica Virgínia. A família mora em um imenso casarão do
Jardim Europa e Virgínia, desde o nascimento, sempre foi muito apegada à
mãe, e esta à filha caçula, o que despertou o ciúme das outras duas irmãs.
Virgínia é apaixonada por Conrado, filho do empresário Cícero Cassini, um
homem rico, filho de imigrantes italianos e sócio de Natércio em uma
Metalúrgica. Cícero é verdadeiramente apaixonado pela esposa Julieta e adora
pegar no pé da filha Letícia, jogadora de tênis.
Laura sofre de distúrbios emocionais que a fazem ter crises constantes. Ora
é tranquila, simpática; ora é intragável e nervosa. Doente, ela se trata com o
atencioso médico Daniel Freitas - com quem já teve um caso no passado -, que é
o oposto de Natércio, sempre ocupado demais para dar atenção à esposa. Para
fugir da falta de compreensão, Laura sempre busca o apoio de seu médico que,
apesar de não manifestar, ainda é apaixonado por ela e se esforça para
sublimar seus sentimentos. Não suportando mais conviver com a arrogância do
marido, Laura decide acabar seu casamento. Natércio manda internar a esposa
como louca.
Daniel, contudo, resgata a amada do sanatório e leva para morar em sua
casa, um sobradinho no bairro da
Vila
Mariana. Fazendo visitas à mãe, Vírginia faz amizade com uma doce e tímia
professora, Margarida, que é apaixonada por Eduardo, um engenheiro jovem,
bonito e honesto, que acaba de chegar na cidade e logo se torna um grande
amigo de Daniel.
Ela faz parte de uma família muito animada: sua irmã mais velha, Elzinha,
só pensa em casar com um homem rico. E ainda esconde um segredo: sua irmã,
Lindalva, na verdade é a sua filha com Patrício, filho de Urânia, dona do
Grêmio da cidade. O pai de Margarida e Elzinha, Memé, vive às turras com a
sogra, Dona Ramira.
Natércio, entretanto, fará de tudo para ter sua mulher de volta, contando
com o apoio de Frau Herta, sua fiel governanta, uma mulher austera e temida
pelos demais empregados da mansão, que, na realidade, odeia Laura com todas as
forças e é completamente apaixonada pelo patrão.
Lá também há Letícia, que quer a fama de qualquer maneira, dedicada a se
tornar uma tenista de sucesso. Envolve-se amorosamente com o misterioso Arthur
X, mas ao final da trama acaba ficando com sua treinadora Joyce, com quem
viaja para o exterior. Esta foi uma forma de o autor da novela fazer uma
referência à Letícia do livro, que era originalmente homossexual.
Elenco
-
- em ordem de abertura
- As crianças
| Ator |
Personagem |
| Nêmora Carvalho |
Naná Tomaz |
| Gabrielly Nunes |
Gracinha |
|
Diego Francisco |
Faísca |
| Ana Karolina Lannes |
Lindalva Carmelo |
| André Luiz Frambach |
Franzé (Francisco José Carmelo Cassini) |
- As três meninas
- Participação especial
- Ator convidado
- Elenco de apoio
-
Trilha Sonora
Capa:
Marcello Antony
- "Redescobrir" -
Elis
Regina
- "Três" -
Adriana Calcanhoto
- "Quando Esse Nego Chega" -
Zélia Duncan
- "Chega de Saudade" -
Tom Jobim
- "Amor Blue" -
Roberta Sá
- "Com Essa Cor" -
Monique Kessous
- "E Daí? (Proibição Inútil e Ilegal)" -
Gal Costa
- "Tiro Ao Álvaro" -
Diogo Nogueira
- "Manhã de Carnaval" -
Paula Morelenbaum
- "Chiclete Com Banana" -
Gilberto Gil e
Marjorie Estiano
- "Rapaz de Bem" -
Daniel Gonzaga
- "Trevo de Quatro Folhas" -
Fernanda Takai
- "Chovendo na Roseira" -
BR6
- "Brigas Nunca Mais" -
Milton Nascimento e
Jobim Trio
- "Queda" - Márcia Castro e
Celso Fonseca
- "Chegou a Bonitona" -
Luiz Melodia
- "Por Toda Vida" -
Cláudio Lins
- "Uma História Para Ficar (Put Your Head On My Shoulder)" -
The Originals
- e ainda
Bastidores
- Baseada na
obra de
Lygia Fagundes Telles, Ciranda de Pedra não é um remake da
versão exibida, em
1981, pela
Rede
Globo escrita por
Teixeira Filho.
Alcides Nogueira, autor da novela, disse que ao ser escalado para
escrever um folhetim para a faixa das 18 horas, recebeu a sugestão da Globo
para que escrevesse Ciranda de Pedra, conquanto que não se tratasse
de um remake da versão de 81.[4]
- André Luiz Frambach e Ana Karolina Lannes haviam participado,
anteriormente, de alguns capítulos da novela
Duas Caras, de
Aguinaldo Silva, exibida de
Outubro
de 2007 a
Maio de
2008, na faixa
das 20h. Frambach ainda participou da minissérie
Queridos Amigos, de
Maria Adelaide Amaral. Diego Francisco volta a televisão após Prova de
Amor na Record e algumas participações no
Show
do Tom, mas a sua "interpretação" manteve-se como era.
- Embora sejam diferentes,
Alcides Nogueira disse ter bebido da mesma fonte que inspirou o outro
autor. A maior mudança segundo ele, foi a questão da ambientação da trama,
já que a nova versão se passa em
1958, ano
considerado pelo autor como marcado por grandes transformações, ao contrário
da primeira, que se passava nos anos 1940. Outra alteração foi a adição de
um núcleo de humor à história: "Criei um núcleo cômico para a trama, com
a
Walderez de Barros e o
Paulo
Betti (mais tarde substituído por
José Rubens Chachá). A Walderez será a sogra do Paulo. Uma sogra
daquelas que saem com o pau de macarrão atrás do genro", disse Nogueira.[5]
O único elemento aproveitado da primeira versão pelo autor, foi o personagem
Eduardo, interpretado por
Bruno Gagliasso, um recém-chegado engenheiro que se apaixona por
Margarida (Cléo
Pires) e mais tarde, por Virgínia (Tammy
Di Calafiori).[2]
-
Alcides Nogueira disse ter recebido carta branca[5]
da autora do romance que originou a novela,
Lygia Fagundes Telles, para que fizesse todas as alterações necessárias.
Lygia, chegou a dizer em matéria do jornal
Folha de São Paulo em
9 de fevereiro de
2003, que ficou
decepcionada com a primeira adaptação de sua obra em 81: "Tiraram os
elementos mais fortes. Uma personagem lésbica declarada acabou até se
casando", disse ela.
- Embora tenha uma curta duração (teve apenas 131 capítulos), Ciranda
de Pedra segundo o autor
Alcides Nogueira, é uma novela densa.[6]
- Temas como
eutanásia,
homossexualidade,
suicídio
e
impotência, abordados no romance original, não aparecem nesta adaptação
por uma opção de Nogueira, que não pretendia criar polêmicas e por causa da
classificação etária dos programas, chamada pelo autor de "censura
disfarçada", que não permitiria que a novela fosse exibida às 18 horas.[2][4]
-
Mônica Torres está no atual elenco da novela e esteve na versão de 81.
Na primeira ocasião ela foi Letícia, personagem amiga da protagonista
Virgínia; Agora ela é Julieta, a mãe de Letícia, vivida anteriormente por
Ana Lúcia Torre. Assim como
José Augusto Branco, que nesta versão vive Silvério, na adaptação de
1981 foi o
personagem Moreno.
-
Ana Paula Arósio vem em um papel completamente diferente dos que já
viveu. Ela interpreta Laura, sua primeira "mãe de mocinha", uma mulher que
sofre de distúrbios psiquiátricos e que vive um casamento conturbado com o
advogado Natércio Silva Prado, de
Daniel Dantas.[7][8]
- Em entrevista à colunista da Folha de S. Paulo,[9]
Mônica Bergamo, Ana Paula comentou o rápido envelhecimento de seus
personagens: "Digo que as coisas na Globo são muito rápidas: na primeira
novela, você é a filha da mocinha; na segunda, é a mocinha; na terceira, é a
mãe da mocinha", disse a atriz que, mesmo com 32 anos de idade,
interpreta mãe de personagens vividos por atrizes com idade entre 19 e 23
anos.
- A controvérsia da escolha de
Ana Paula Arósio para o papel de mãe de mocinha, se intensificou
na semana de estreia da novela. Em uma matéria publicada no site Folha On
Line do dia
4 de maio
de 2008,
autores como
Benedito Ruy Barbosa e
Manoel Carlos, criadores de novelas em que a atriz atuou anteriormente,
como
Terra Nostra,
Esperança (ambas de Benedito) e
Páginas da Vida (de Manoel), deram a sua opinião. Manoel declarou que
considera atriz "nova, sem idade para ser mãe de adolescentes".
Benedito foi além e afirmou que "nas minhas novelas, ela continua como
mocinha".[10]
- Ana Paula alías, vive um romance proibido com o médico Daniel, seu
neurologista, interpretado por
Marcello Antony. Marcello, para compor o caráter idealista e humanista
de seu personagem, disse ter buscado referências em médicos como o dr.
Dráuzio Varella, ao qual definiu como "um cara que acredita na medicina,
na ligação entre médico e pacientes".[11]
- O nome da personagem protagonista de Ciranda de Pedra é Laura.
Igualmente, a novela antecessora,
Desejo Proibido, tem uma personagem também protagonista, que se chama
Laura.
- As atrizes que viveriam as três filhas de Laura seriam
Paola Oliveira,
Patrícia Werneck e
Larissa Queiroz, mas a
diretora
Denise Saraceni acabou mudando de opinião e colocou três atrizes até
então desconhecidas para evitar comparações com a versão anterior. Foram as
escolhidas
Ariela Massoti, como Otávia,
Anna Sophia Folch, como Bruna e
Tammy Di Calafiori, para a protagonista Virgínia.
- Estréia como protagonista da atriz
Tammy Di Calafiori, que havia participado anteriormente de
Alma
Gêmea, de
Walcyr Carrasco, no papel da coadjuvante Nina.
- No penúltimo capítulo da novela ,
Daniele Suzuki, que vive a nissei Alice, viveu também Amélia, irmã gêmea
da personagem.
-
Marco Ricca seria o intérprete do vilão Natércio mas, por conta de
compromissos com o cinema, não pôde viver o personagem que acabou ficando
com
Daniel Dantas.[6]
-
Vivianne Pasmanter iria viver a Dr. Ligia, mas não pôde aceitar o papel.[12]
- Adiantada em cinco semanas,[13]
Ciranda de Pedra estreia às 18 horas, faixa de horário que sofre com
as baixas audiências registradas pelas novelas, desde o término de
O Profeta no primeiro semestre de
2007. A Globo
quer evitar que a novela sucessora de Ciranda estreie durante o
horário de verão que, segundo a emissora, prejudica o IBOPE das tramas, como
aconteceu com
Desejo Proibido, que amargou baixos índices de audiência. Por conta da
antecipação, a equipe de Ciranda de Pedra chegou a trabalhar com a
mesma equipe da minissérie
Queridos Amigos, também núcleo de
Denise Saraceni.
- No dia
5 de
abril, um mês antes da estreia da novela, a Rede Globo começou a exibir
os teasers de Ciranda de Pedra, com o slogan: "O amor faz a
vida girar. Vem aí, Ciranda de Pedra. A nova novela das 6". Nesses
teasers, os atores aparecem brincando de roda e, no fim, formam uma
ciranda deitados no chão.
- Em
Portugal a novela estreou no dia
2 de Junho de
2008, pela
SIC, às 22:00 horas..[14]
- A SIC mudou a novela de horário passando a ser exibida as 4h da
madrugada, isto devido a fracasso de audiências.
- Três personagens deveriam morrer em "Ciranda de Pedra", Julieta, papel
de (Mônica
Torres), uma das protagonistas da trama, Laura (Ana
Paula Arósio), que ficaria até o capítulo 80, mas a Rede Globo percebeu
que com a morte de Laura os índices da novela diminuíriam ainda mais, e Frau
Herta (Ana
Beatriz Nogueira).[15]
-
José Rubens Chachá substituiu
Paulo
Betti, no papel de Seu Mémé. Paulo, que havia feito até a prova do seu
figurino para a novela, simplesmente declinou do papel. Por conta de seu
personagem, Chachá terá que pintar semanalmente o seus cabelos, já que ele é
um barbeiro que frequentemente faz experiências com tinturas de cabelo, em
si próprio. Seu Memé faz parte do núcleo cômico de Ciranda, é casado
com Alzira (Clarice
Niskier) e é pai de Elzinha (Leandra
Leal) e Margarida (Cléo
Pires).[16][17]
- Os diretores da trama deram preferência a atores jovens, estreantes e
paulistas para viverem os personagens da novela, a exemplo do que foi feito
em
Queridos Amigos.[6]
- A nova adaptação de Ciranda de Pedra traz uma inovação, o recurso
de ambientação virtual da novela. Este recurso, usado em caráter
experimental em
O Profeta nas passagens de cena, desta vez foi aprimorado. Para tal, a
produção utiliza um enorme painel de 12 metros de altura por 28 metros de
largura para a inserção de imagens em chroma key. Nele são
sobrepostas cenas gravadas e produzidas em um cruzamento em
São
Paulo. Os prédios da trama, construídos na Cidade cenográfica no Rio,
foram inspirados nos estilos
art déco
e
modernista e têm o
pé-direito duplo. Todos estes recursos têm o objetivo de imprimir nas
cenas a grandiosidade e a agitação que a cidade de
São
Paulo já exibia naquela época..[18]
- Mais uma vez o tema de abertura de uma novela da Globo coincide com um
tema musical já usado pelo
SBT. Primeiro o tema da novela
A Usurpadora, a música Sonho Lindo, apareceu na abertura de
Desejo Proibido. Agora, Redescobrir de
Elis
Regina, tema de abertura da novela
Razão de Viver, exibida pelo
SBT em 1996,
é a mesma da abertura de Ciranda de Pedra.E a música "Está
Chovendo na Roseira" que está na trilha sonora de Ciranda de Pedra
também foi tema de abertura da novela
Colégio Brasil também do SBT.
- E ainda em comum com
Razão de Viver (1996), as duas tramas se passam na
Vila Mariana, o trecho da música em "estamos apresentando" e "voltamos a
apresentar" e
Ana Paula Arósio no elenco.
- Além de Redescobrir, a trilha sonora dará ênfase a músicas das
décadas de 50, 60 e 70. Uma versão de Chovendo na Roseira, de autoria
de
Tom Jobim, recebeu arranjo
a capella criado especialmente para a trilha pelo
Grupo Vocal BR6, sexteto convidado para cantar na festa de abertura da
novela, que reuniu elenco e produção em
São
Paulo em
27 de
abril de 2008
com a presença do autor,
Alcides Nogueira, e da escritora
Lygia Fagundes Telles, autora da obra na qual a produção global é
baseada. A trilha incidental é praticamente a mesma de
Queridos Amigos.
- Primeiro vilão de
Daniel Dantas em 30 anos de carreira. O ator se surpreendeu ao saber do
papel, já que estava inicialmente escalado para viver o cabeleireiro Memé ,
do núcleo cômico da trama.[19][20]
- O ator Samuel Assis, que interpretava Emiliano, o químico industrial da
Cassini & Prado Metalúrgica, foi dispensado da novela depois de uma
avaliação interna realizada pela emissora que constatou que seu personagem
não havia funcionado.[21]
- Pesquisas de opinião, feitas na segunda semana de junho, pela Rede
Globo, mostraram que o público rejeita a saída de
Ana Paula Arósio cuja personagem Laura, a exemplo da obra original,
morre no decorrer da história. Os autores da novela decidiram deixá-la por
mais tempo já que ela deveria morrer por volta do capítulo 80.[22]
- Além da rejeição a morte de Laura, estes levantamentos apontaram uma
mudança de perfil dos telespectadores da emissora no horário das 18 horas,
agora comporto de jovens que nesse horário trocam a televisão pela internet.[23]
- A próxima novela será contemporânea e se chamará
Negócio da China, de autoria de
Miguel Falabella, já com sinopse pronta, e alguns atores sendo
'importados' de
Portugal
para integrar o elenco da novela. Desde 2005, com o fim de
Como Uma Onda, de
Walter Negrão, uma novela contemporânea não era exibida no horário.
- No final do capítulo do dia
19 de
julho, sábado, a novela apresentou uma sequência de imagens com as cenas
dos próximos capítulos.
- A autora
Lygia Fagundes Telles, em matéria publicada na revista Veja São Paulo,
disse que considera a nova adaptação de seu romance, feita por Alcides
Nogueira, muito melhor que a versão anterior produzida pela Rede Globo
em 1981. Lygia
declarou, "O roteiro é muito delicado e cuidadoso". A autora
inclusive, troca telefonemas com Alcides nos quais conta sua impressões
sobre a trama.[24]
- No último capítulo, Letícia (Paola
Oliveira) tornou-se homossexual e inicia um relacionamento com sua
treinadora de tênis. O público esperava que Letícia ficasse com Arthur X (Guilherme
Weber), mas este casou-se e mudou-se para a Europa, ou com Dr. Rogério (Cláudio
Fontana) que acabou ficando com Divina (Hermila
Guedes).
- A novela foi curta, exibida apenas em 5 meses.
- O papel da Drª Lígia, que inicialmente iria ser interpretado por Viviane
Pasmanter, parece que acabou sendo esquecido pelo autor da novela, porque
esse papel nem deu as caras na novela.
- Na sua novela anterior
Eterna Magia,Osmar Prado também foi pai de um Conrado que foi
interpretado por
Thiago Lacerda e em Ciranda de Pedra por
Max Fercondini
- No final do último capitulo ouve uma cena intrigante,onde Laura e Daniel
se jogam no mar,aí se ouve Laura dizendo "Uma onda nos pegou mas está tudo
bem…",o que aparenta parecer é que eles morreram ou então os problemas deles
é representado pela "onda" e que agora estava tudo bem , ou seja esse final
é um mistério.
Audiência
Sua estréia marcou média de 25 pontos, abaixo do mínimo exigido, que é 30
pontos..[25]
A média dos três primeiros capítulos de Ciranda foi de 23 pontos, menos
do que sua antecessora,
Desejo Proibido, que marcou 27 no mesmo período.[26]
No início de sua última semana a novela se recuperou. Na segunda 29/09 a
trama cravou 25 pontos de média com 31 de pico.[27]
Ciranda de Pedra marcou, em seu antepenúltimo capítulo, média de 27 pontos e
picos de 33, seu recorde até então.[28]
Mas, segundo dados prévios, o recorde se deu em seu último capítulo, que
marcou 28 pontos, com pico de 32, baixo para o horário, que pede 30 pontos..[29]
Vale lembrar que sua antecessora,
Desejo Proibido, marcou, em seu último capítulo 33 pontos,[30]
5 pontos a mais que Ciranda. Ciranda de Pedra é, ao lado de
Beleza
Pura as únicas novelas globais que não conseguiram atingir a méta
estabelecida em nenhum capítulo.
Ciranda de Pedra foi um estouro de audiência em quatro praças brasileiras.
Em Recife
conseguiu incríveis 35 pontos, média satisfatória até para novela das sete, em
Porto Alegre a novela fez muito sucesso, sua última semana conseguiu média de
29,61 arredondando para 30 que é a média do horário, no
Distrito Federal marcou 33 e em
Florianópolis, 32 pontos. A novela teve uma média razoável de audiência em
outras praças: em
Belo Horizonte fechou quase na meta, com 29 pontos, em
Curitiba,
fechou com média razoável, 28 pontos, e no Rio de Janeiro também fez relativo
sucesso com 27 pontos. Foi fracasso em
Salvador
com apenas 24 pontos,
São Paulo
com 22 pontos e
Fortaleza
com 21 pontos.[31]
A média de Ciranda de Pedra é de 22 pontos e 46% de participação no
horário.[32]
Prêmios
- Prêmio Extra de Televisão
Melhor Figurino[33]
- Prêmio Qualidade Brasil
Melhor Ator Coadjuvante -
Osmar
Prado[34]