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CDMA, GSM ou TDMA: entenda melhor os padrões tecnológicos de celulares
29/11/2004 - 09h30
InfoMoney
SÃO PAULO - A escolha do padrão tecnológico dos telefones celulares no
mercado brasileiro esconde, segundo especialistas, uma grande disputa
mercadológica entre as operadoras do setor.
Cada padrão tem suas vantagens e desvantagens. Na verdade, são praticamente
equivalentes entre si. Assim, para boa parte dos especialistas no assunto, a
conquista de mercado depende mais do esforço comercial das operadoras do que
alguma vantagem tecnológica.
Quatro tecnologias
Dentre as opções disponíveis, há quatro padrões: CDMA, GSM, TDMA e AMPS. No
Brasil, a mais utilizada é a primeira delas, o que se justifica por ser o
padrão adotado pela operadora Vivo, a maior em número de usuários.
A tecnologia CDMA (Code Division Multiple Access) funciona transformando a
voz ou os dados (fotos, arquivos) do emissor em um sinal de rádio
codificado, recebido por antenas e retransmitido ao receptor.
Esse padrão foi escolhido pela União Internacional de Telecomunicações (UIT)
como tecnologia base para uma das migrações da terceira geração (3G) de
telefonia celular. A nova geração vai permitir transmissões de vídeo e
acesso à internet com melhor qualidade.
GSM é evolução do padrão TDMA
O segundo padrão mais utilizado no Brasil é o GSM (Global Standard Mobile),
adotado pela Claro, TIM e Oi. Esse sistema é considerado a evolução do
sistema TDMA, e permite a troca de dados do usuário entre telefones através
do Sim Card, cartão com chip removível de armazenamento de informações, além
de acesso mais rápido a serviços WAP e internetm através do sistema GPRS.
Por sua vez, o sistema TDMA (Time Division Multiple Access) funciona
dividindo um canal de freqüência em até seis intervalos de tempo distintos.
Cada usuário ocupa um espaço de tempo específico na transmissão, evitando
problemas de interferência. No Brasil, a TIM e a Claro também operam neste
sistema, em determinadas regiões.
Finalmente, o padrão AMPS, ou Advanced Mobile Phone Service, é o sistema de
celular analógico, usado apenas por operadoras de Banda A, e em declínio
devido à tecnologia superada.
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