ANGÚSTIA
AUTOR: ALEXANDRE MARTINS
ANO:
2001
Sentimento
maldito
Erva
daninha
Rosa
murcha jogada no chão.
Obscuro,
sem brio
Fere
um coração viril
Sem
cor, pálida
Seu ar de brilho
É
o escorrer de uma lágrima
Oh
angústia, como nos odeia
Tu
és o tornado que invade a alma
Como
se fosse uma aldeia
Destrói
os nobres feitos
Planta
sua negra semente
Que
sempre será
Angústia,
angústia,
Este
ser vivente
Que
tem a velocidade
De
um coelho e o
Reflexo
de uma serpente