| A Sucessora | |
|---|---|
|
|
|
| Informação geral | |
| Formato | Telenovela |
| Duração | Aprox. 45 minutos |
| Criador | Manoel Carlos |
| País de origem |
|
| Idioma original | Português |
| Produção | |
| Diretor(es) | Herval Rossano, Gracindo Júnior e Sérgio Mattar |
| Elenco original |
Suzana Vieira Rubens de Falco e grande elenco. |
| Tema de abertura | Odeon Nara Leão |
|
Emissora(s) de televisão lusófona(s) |
Mostrar lista |
| Transmissão original | 9 de outubro de 1978- 2 de março de 1979 |
| N.º de episódios | 125 |
| Portal Televisão · Projeto Televisão | |
A Sucessora foi uma telenovela brasileira produzida pela Rede Globo e exibida no horário das 18 horas de 9 de outubro de 1978 a 2 de março de 1979. Foi uma adaptação do livro homônimo de Carolina Nabuco, feita por Manoel Carlos e dirigida por Herval Rossano, Gracindo Júnior e Sérgio Mattar. Teve 125 capítulos.A novela tem como Susana Vieira e Rubens de Falco como protagonistas e Natalia Timberg como antagonista principal da novela.
Os recém-casados Roberto e Marina Steen enfrentam dificuldades em sua relação por conta da memória da ex-mulher de Roberto, Alice Steen. Cultuada num retrato, mesmo depois de morta, Alice exerce um fascínio todo especial em todos com quem conviveu, principalmente na governanta Juliana, absolutamente fiel à antiga patroa e apaixonada pelo patrão. Vendo em Marina uma intrusa que está ocupando um lugar que não lhe pertence, Juliana mantém na mansão um clima de mistério e cria intrigas para separar o casal, chegando a levantar uma suspeita quanto a um relacionamento de Marina com Lopes, ex-capataz da fazenda onde a moça vivia.
Mas outras pessoas também torcem pela desunião do casal, como Adélia, antiga rival de Marina, e Miguel, que perdeu o amor da prima. Ainda, Marina, jovem criada com toda a simplicidade do campo, é obrigada a defrontar-se com um mundo repleto de etiquetas e francesismos, como mandava a sociedade do Rio de Janeiro, capital do país na década de 20.
A abertura, criada por Hans Donner, Sérgio Liuzzi e Nilton Nunes, mostrava uma seqüência de cartões-postais da década de 1920, cedidos à produção da novela pela colecionadora Ismênia Dantas.[carece de fontes]