A síndrome da mulher
cabeça
Psicóloga
lança teoria segundo a qual mulheres inteligentes e
bem-sucedidas não conseguem "amarrar" os homens porque não
são femininas o bastante. Hahaha
edição e reportagem
Nina Lemos
Essa coisa
de ficar mostrando quais são as diferenças entre homens e
mulhe-res e, principal-mente, explicar por que muitas de
nós não têm namorado virou um meganegócio lucrativo. A
nossa tão falada solidão (que nem é tão solitária assim)
vende livros de auto-ajuda a rodos. É um saco, mas a gente
até que já se acostumou. Ou achou que tinha.
Porque eis
que descobrimos uma psicóloga (sim, uma MULHER) chamada
Cláudya Toledo que criou uma coisa chamada Núcleo de
Relacionamentos A2 Encontros, uma agência que forma
casais, basicamente. Pois essa cupida defende, nas
palestras que ministra em sua A2, a teoria de que fêmeas
inteligentes afastam os homens — o que ela chama de
"síndrome da mulher cabeça".
De acordo
com a teoria da psicóloga, "as mulheres cabeça" são
inteligentes e bem-sucedidas, mas têm profundos bloqueios
de relacionamento com o sexo oposto. Ainda segundo a tese,
a gente sabe que está sofrendo da síndrome quando "pensa
mais que sente e não utiliza a feminilidade para
conquistar e amarrar o homem". Essa tal mulher cabeça
também não tem, supostamente, postura suficientemente
feminina. "Ela quer segurar o homem no papo, como se
estivesse negociando, mas o homem cola na mulher, em
primeiro lugar, através do visual e gestual femino (sic)."
Moral da
história: se seu objetivo é casar, emburreça rapidamente.
De uma tacada só, a psicóloga sugere que mulher feliz é
mulher burra e que todo homem é uma anta. Só rindo.
Vá lá (se
tiver coragem): www.a2encontros.com.br
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